UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB
A UTORIZAÇÃO: DECRETO Nº92937/86, DOU 18.07.86 – RECONHECIMENTO: PORTARIA Nº909/95, DOU 01.08.95
COORDENAÇÃO DA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL DA UNEB
Portaria n.º 0264/2009, publicada no D.O.E. de 07 e 08/02/2009
GRADUAÇÃO: LICENCIATURA EM HISTÓRIA
DATA: 08/03/2012 POLO: Brumado GRUPO: G 23
DISCIPLINA: Educação e Novas Tecnologias e Oficina e Produção Científica (OPC)
PROFESSORA: Jaqueline Valadares e Maria Neuma M. Paes SEMESTRE : I
ESTUDANTE: Miguel Clério Ferreira Lisboa
TP : Simône Zuleica TD: Rosângela Machado Gonçalve
LER E ESCREVER NA CULTURA DIGITAL
Andrea Cecilia Ramal
A tecnologia em sala de aula
A transmissão da história se dava através das narrativas orais: O narrador relata as experiências passadas a ouvintes que participavam do mesmo contexto comunicacional.Era uma espécie de história encarnada nas pessoas: Quando os mais velhos morriam, apagavam-se dados irrecuperáveis pelo grupo social. A escrita inaugurou uma segunda etapa na história humana. O sujeito pôde projetar sua visão de mundo, sua cultura, seus sentimentos e vivências, no papel. Assim ajuda a tecer linha após linha, as páginas da historias. A memória de uma cultura já não cabe apenas no conto: Ela é constituída de documentos. Esta dualidade se refere numa pressão em direção à universalidade e à subjetividade. Passando da revelação à decifração, como se o mundo fosse um livro a lido e interpretado; seguindo a tendência da busca e da valorização e da objetividade e da neutralidade, contra as diversidades de interpretações. Ele existe objetivamente externo ao leitor e , portanto, é a ele estranho.
Apesar de tê-lo objetivado no papel, a escola não precedeu do conhecimento memorizado, como se não confiasse no modo auxiliar cognitivo.
Nesse ponto, a escola é herdeira da tradição positivista do estruturalismo, que separa a língua ( fenômeno social )da fala ( expressão individual de cada sujeito, circunstancial e contextualizada ). A cultura escrita raramente chega sem violência, inclusive porque devido ao prestigio que o sistema alfabetizado adquiriram, acaba-se designando a cultura oral como inferior.
A escola costuma limitar possibilidades de penetrar na experiência do outro. A relação com os textos não se da tanto pela narrativa e pela criação como pela interpretação e analise morfológica. A escola como a conhecemos ate agora, enfim, tem muito mais de munologismo do que de polifonia.
A polifonia é um jogo dramático de vozes. Anular a possibilidade da polifonia é anular o dialogo e a reconstrução possível de sentidos, fechando o acesso ao que poderia ser completado pelo leitor.
A cibercultura
Vivemos uma fragmentação do tempo, numa serie de presentes ininterruptos, que não se sobrepõem uns aos outros, como paginas de um livro; enquanto na era do escritor o mote é “Construir o futuro’’, hoje vale o que ocorre neste preciso momento. O megadesign hipertextual reconfigura todo o espaço. O hipertexto na forma de escrita e de comunicação da sociedade ( informático – mediático, é também uma espécie de metáfora que vale para as outras dimensões da realidade.O que é um hipertexto? É algo que esta numa posição superior a do texto, q vai alem do texto. Dentro do hipertexto existem vários links.
O desafio maior instigante é o do professor, que pode finalmente reinventar-se como alguém que vem dialogar e criar as condições necessárias para que todas as sejam ouvidas e cresçam juntas.
A linearidade, ao móvel e reflexível. Pela primeira vez na história, a tecnologia da dominação é mais conhecida pelo “dominado”. Nos conteúdos conceituais, as estratégias responsáveis por traçar e definir os métodos mais adequados para uma construção ativa do conhecimento; Finalmente, creio que devemos pensar o que significa construir uma pedagogia intelectual. O prefixo inter indica ênfase nas trocas, nas conexões, no diálogo. A escola da ciber cultura pode tornar-se o espaço de todas as vozes, todas as falas e todos os textos.
Provavelmente, a escola é o local ideal para se trabalhar essas mudanças tecnológicas, por isso, vem procurando se adequar com novas metodologias de aprendizaagem.
Este blog fala sobre os índios do Brasil e sua luta para ter seus direitos como cidadãos brasileiros respeitado.
sexta-feira, 16 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
Resumo : LER E ESCREVER NA CULTURA DIGITAL
Rozaney Silva de Santana Macedo
1RAMAL,Andrea Cecília.Ler e escrever na cultura digital.Porto Alegre:Revista Pátio, ano4,no.14,agosto-outubro2000,p.21-24
Palavra-chave: Cultura digital, Letramento, escrita, escola.
Segundo o autor, a escrita se dava através das narrativas orais, O saber e a inteligência praticamente se identificavam com a memória, em especial a auditiva. A escrita inaugurou uma segunda etapa na historia da humanidade. A escrita realizava o papel da memória. Sendo constituída de documentos,vestígios,registros históricos,datas e arquivos.A escrita dá impulsos as estruturas normativa se desempenha um papel fundamental na constituição do discurso científico. Sabendo que nessa escola, ler equivale a compreender o que foi expressado.O conhecimento escolar da cultura letrada se estruturou como as páginas de um livro. A cibercultura uma conexão simultânea dos atores da comunicação a uma mesma rede traz uma relação totalmente nova com os conceitos de contexto. O hipertexto, nova forma de escrita e de comunicação da sociedade é também uma espécie de metáfora. Sendo o hipertexto algo que está superior á do texto, que vai além do texto. O hipertexto é subversivo na relação entre o autor e o leitor.. A linearidade, que teve data de nascimento sendo o aparecimento da escrita, o papel determinante d no pensamento ocidental. Sabendo que amplia os recursos expressivos do texto escrito na possibilidade de articular imagens, palavras e sons. Refere também o poder que surge na escola a partir dos instrumentos tecnológicos são totalmente novas.A escola da cibercultura pode tornar-se o espaço de todas as vozes, todas as falas e todos os textos.
terça-feira, 6 de março de 2012
Ler e escrever na cultura digital
Ler e escrever nacultura digital
Thamires Almeida B. Pereira
Em “Ler e escrever na cultura digital” Andrea Cecília Ramal, (2000), aponta que a transmissão da história se dava através das narrativas orais, nas culturas que não conhecia a escrita, o narrador relatava as experiências passadas a ouvintes que participavam do mesmo contexto comunicacional. Para garantir a preservação de crenças e valores, o mito funcionava como estratégia, a escrita inaugurou uma segunda etapa na história humana, o sujeito pôde projetar sua visão de mundo, sua cultura, seus sentimentos e vivências no papel.
A escrita relativiza o papel da memória, a memória de uma cultura não cabe mais no conto: ela é constituída de documentos, vestígios, registros históricos, datas e arquivos. A escola é herdeira da tradição positivista e do estruturalismo de Saussure, que separa a língua da fala, o conhecimento escolar da cultura iletrada se estruturou como as páginas de um livro: linear, encandeado e segmentado.
Para a autora, a cultura escrita raramente chega sem violência, devido aos prestígios que os sistemas alfabetizados adquirem, e assim, acaba se designando a cultura oral como inferior. A escola costuma limitar a possibilidade de penetrar na experiência do outro; a educação escolar muitas vezes se constitui como dominação da razão sobre outras competências e saberes humanos. A escola tem muito mais de monologismo (onde um único sentido sobressai) do que de polifonia (um jogo dramático de vozes).
A conexão simultânea dos atores da comunicação a uma mesma rede traz uma relação totalmente nova com os conceitos de contexto, espaço e temporalidade. O hipertexto, nova forma de escrita e de comunicação da sociedade informático-mediática, é também uma espécie de metáfora, a internalização da estrutura do hipertexto como mediação para a produção do conhecimento implica novas formas de ler, escrever, pensar e aprender.
O hipertexto é algo que vai além do texto, onde existem vários links que permitem tecer caminhos para outras janelas. Cada percurso textual é tecido de maneira original e única pelo leitor cibernético.
Ramal (2000), ainda sugere que educadores reinventem a profissão, uma vez que vê o professor como alguém que tem papel decisivo como arquiteto cognitivo, dinamizador de grupos e educador, comprometendo-se com o desafio de estimular a consciência crítica para que todos os recursos desse novo mundo, sejam utilizados a serviço da construção de uma humanidade também nova, o professor tem o instigante desafio de reinventar-se como alguém que vem dialogar e criar condições necessárias para que todas as vozes sejam ouvidas e cresçam juntas.
PALAVRAS CHAVES:
ESCRITA.
EDUCADOR.
MEMÓRIA..
[1]RAMAL, Andrea Cecília. Ler e escrever na cultura digital. Porto Alegre: Revista Pátio, ano 4, nº 14, agosto-outubro 2000,p. 21-24.
[1] UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA-UNEB
CURSO: LICENCIATURA EM HISTORIA G27
DISCIPLINA: CURSO DE EXTENÇÃO
ALUNA: THAMIRES ALMEIDA B. PEREIRA
PROFESSORA: JAQUELINE VALADARES E MARIA NEUMA
Ler e escrever na cultura digital
RESUMO
COMUNICAÇÃO EDUCATIVA NO CIBERESPAÇO:
UTILIZANDO INTERFACES GRATUITAS.
Wedson Tito da Mota[1]
Estamos mais do que nunca na era digital, na era das novas tecnologias, diria que estamos em meio a uma nova revolução industrial, a revolução das maquinas tudo gira em torno delas, até a educação se redeu aos recursos disponibilizados pelas novas tecnologias, utilizando o ciberespaço como ferramenta chave para uma nova formar de educar.As tecnólogas digitais de comunicação e informação estão possibilitando muitas mudanças a principal delas é a interação do homem no ciberespaço, onde qualquer usuário de qualquer ponto pode tá trocando informações, construindo, reconstruindo e ratificando ideias e informações, mudando o cenário tradicional das salas de aula com alunos-expectadores enfileirados diante de um professor. A novo proposta é transformar os alunos em sujeitos “cognoscentes”. Os seja, sujeitos que valorizem a ação, a reflexão, a curiosidade, o senso crítico, o questionamento, a inovação. Com isso percebemos que os ambientes virtuais de aprendizagem são mais do que um simples conjunto de páginas web. Os ambientes virtuais têm que serem vistos como redes autopoiéticas. Nos ciberespaços artefatos gratuitos e práticos contribuem para editar e publicar páginas web favorecendo assim o crescimento extremamente acelerado de homepages e de sites na internet. Porém, tem que se tomar cuidado para não tronarmos e nem formarmos usuários dependentes e sim, sujeitos criativos, críticos e inovadores.Podemos nos deparar com uma variedade de tipos de ambientes virtuais de aprendizagem, mas todos têm que ter o design simples e fácil, é essencial sentir-se capaz e á vontade para “navegar” e “habitar” o espaço virtual. A estética é um fator primordial para um ambiente agradável e atraente. Além da estética o é fundamental a contextualização e a organização do ambiente. No ambiente virtual de aprendizagem há uma variedade muito grande de interfaces como: Os chats, os fóruns, os blogs entre outros permitindo assim uma comunicação coletiva através da tecnologia. Para que o ambiente seja um organismo vivo, é fundamental que existam interações entre os participantes, pois o ambiente pode se expandir, ou então, se reduzir. A mediação pedagógica pode contribuir para garantir contextos de qualidade e a interação do grupo.
TECNOLOGIA
EDUCAÇÃO
AMBIENTE VIRTUAL
INTRNETE
Referencias: Lilavati, Alexandre Pereira Okada
Oliveira, Edmea dos santos
[1] UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA-UNEB
CURSO: LICENCIATURA EM HISTÓRIA G27
DISCIPLINA: CURSO DE EXTENÇÃO POLO: SANTO ESTEVÃO
ALUNO: WEDSON TITO DA MOTA
PROFESSORA: JAQUELINE VALADARES E MARIA NEVES M. PAES
Ler e Escrever na cultura digital
Curso de extensão: Licenciatura em História
Disciplinas: Educação e Novas Tecnologias e Oficina e Produção Científica (OPC)
Professoras: Jaqueline Valadares e Maria Neuma M. Paes
Pólo: Sto Estevão Grupo: G27 Data: 06/03/2012
Resumo do texto: Ler e Escrever na Cultura Digital
Autor: Diana Paula S. B. Conceição
Palavra Chave: História, Comunicação, Escrita, Hipertexto.
Antigamente a transmissão da história se dava de forma oral, transmitida aos descendentes através de histórias contadas de suas próprias vidas. Com a chegada da escrita a história pode ser registrada de uma forma mais ordenada e permitiu que povos de diferentes locais pudessem consultar os registros históricos e fazer sua própria interpretação e contribuição. A cultura escrita acabou se firmando como superior e à oral e a escola adota uma forma monológica. A internete trouxe o hipertexto trouxe mais profundidade aos textos e também uma abertura para que o leitor possa escolher como ler o conteúdo. Um hipertexto pode ter vários autores, permite interferências dos leitores na forma de leitura. A forma linear de leitura encontra seu declínio com o hipertexto porque o leitor pode escolher a ordem da leitura sem ser obrigado a ler as paginas em sequência. Devemos reler as grandes obras e repensar os elementos básicos da escola, pois os alunos tem um maior domínio das tecnologias que os professores. Se faz necessário refletir sobre a pedagogia intercultural e dar uma resposta polifônica ao monologismo escolar.
Referências: 1 RAMAL, Andrea Cecilia. Ler e escrever na cultura digital. Porto Alegre: Revista Pátio, ano 4, no. 14, agosto-outubro 2000, p. 21-24.
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